segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

::: Quando uma guerra pode ser benéfica - ou não


::: Nos últimos cinco anos se viu a intensa concorrencia entre TV Globo e TV Record para cativar o telespectador. Com o crescimento da emissora do bispo em qualidade técnica e de programação, toma forma hoje uma nova emissora capaz de pôr em xeque um domínio absoluto de decadas da emissora dos Marinho.

Fato é, com esta concorrência acirrada por cada ponto de audiência,
a atenção do telespectador se divide, e o poder de escolha se impõe. A TV no Brasil tem crescido e amadurecido bastante, como no caso da Band e RedeTV. E a qualidade é diferencial para o telespectador que busca algo diferente, e não aceita programetes que outrora fizera sua mente.

A briga entre a Record e Globo, em especial, chama a atenção pela forma como é travada, através de reformulação de grade, quebras de contrato de atores, leilão de valores em contratos esportivos e a corrida apertada por informações exclusivas na grade jornalística.

Esta guerra, onde a mudança é mais recorrente que o próprio amadurecimento das atrações exibidas, deixa o telespectador órfão de seu programa predileto muitas vezes por falta de audiência, mote que move as redes. Fato é: qualidade sem respeito empobrece conteúdo, e lesa quem assiste.

Nessa evolução vista na guerra ponto a ponto entre todas as redes de TV, ainda falta a real sintonia entre foco em resultados e atenção a quem assiste. Guerra difícil. Sem fim!

1 comentários:

  1. vinicius para de ser puchasaco ok macinha

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