terça-feira, 13 de julho de 2010

::: Até que ponto pode-se confiar num veículo de comunicação?

::: Vira e mexe fica conhecido por todos alguma atitude de um órgão de imprensa que pode gerar grande polêmica e também pôr em cheque a real integridade jornalística daquele meio de comunicação. No último mês duas polêmicas deixaram em evidência este assunto.

Primeiro foi a Rede Globo, que transmitiu em seus telejornais, no canal aberto e por assinatura, comentários colocando em dúvida as atitudes do então técnico da seleção brasileira de futebol, Dunga, que teria se dirigido com palavras de baixo calão para um dos reporteres da emissora.



Outro evento foi o afastamento do jornalista Heródoto Barbeiro da apresentação do consagrado 'Roda Viva', programa de entrevistas. A emissora supostamente o afastou devido à pergunta direcionada ao candidato à presidencia José Serra, questionando sobre o alto valor dos pedágios nas rodovias paulistas, pergunta oportuna por Serra ter sido governador do estado.



Nas duas situações, vê-se que os interesses das respectivas emissoras de tv podem ter sido contrariados, e o telespectador ser o último a saber disso. Tanto a Globo quanto a Cultura tem credibilidade em suas coberturas jornalísticas, mas certos desajustes em condutas de assuntos de interesse do telespectador colocam em xeque suas reais intenções na cobertura. E trazem à tona a questão: até que ponto pode-se confiar num veículo de comunicação?

1 comentários:

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